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Pensar Para Variar

Os meus 18 mandamentos para quem está morando fora do país ou viajando

Ontem conversando com uma amiga que vai viajar em breve, estive relembrando minha própria experiência vivendo na Argentina e na Turquia – que, mesmo de forma breve, rendeu um grande aprendizado. E então, pensando em alguns de meus momentos, reuni 18 recomendações para mim mesma que podem ser úteis (ou não!) para qualquer viajante:

  1. Power bank, lembre-se do power bank! Compre dois.

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[ARTIGO] Daqui a 20 anos, do que vamos nos lembrar?

Eram nove horas da manhã e eu estava me ajeitando na cadeira em frente à mesa de madeira para tomar o meu café da manhã, lugar escolhido a dedo devido à vista espetacular que ficava ao meu lado esquerdo. Eu estava em um hostel lindo com pegada hippie no alto de uma serra de frente à lagoa da Conceição, em Florianópolis. Tudo era feito de madeira, rusticamente – e até grosseiramente – acabado, com ar sem frescura, do jeito que adoro. O refeitório ficava exatamente no ponto mais alto da rocha, o que lhe garantia uma vista inigualável que fizeram questão de preservar deixando-a livre de obstáculos visuais.

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[CONTO] A noite em que eu a reencontrei

Foi sentada de frente para um dos picos mais altos e mais lindos que já vi que a reencontrei. Era noite e a montanha não estava só. Tinha a companhia de uma velha amiga prateada, que neste dia resolveu iluminar todo o céu e expulsar todas as estrelas próximas a ela. Estava admirando a beleza plena e imutável da pintura à minha frente e sentindo a brisa passar pelos meus braços quando a abstração do tempo veio. E então ela chegou. A encontrei sorrindo, e meu peito sorriu de volta. Aquela sensação de paz como reencontrar uma velha amiga.

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[ARTIGO] Hoje eu levei um choque

Hoje eu levei um choque. E não estou falando da corrente elétrica que brotou do meu peito e percorreu toda a minha alma durante 1 hora e 15 minutos ouvindo atentamente a um podcast do Anthony Robbins. Não, eu efetivamente tomei um choque de sei-lá-quantos volts por alguns segundos, embora tampouco acho coincidência a sacudida metafórica momentos antes.

Talvez esse tenha sido um daqueles “momentos breakthrough”, que ele tanta fala a respeito. O engraçado é que realmente acontece quando se menos espera, como em uma banal ida à padaria.

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Fico daqui, observando de longe, vendo as movimentações das ondas de dores coletivas sendo expressas e chacoalhadas rapidamente como um redemoinho que passa e levanta o pó, para em breve se assentar novamente…
O mais dolorido é ver o vazio da dança desse pó… Notar como ele vai e vem, supérfluo, volátil, bases de areia… de essência efêmera. Pós que antes não eram ao menos visíveis, mas que configuram uma forma monstruosa ao ar… Por trás de tanta poeira, quem realmente se encontra lá?

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[ARTIGO] Quando você percebe que é seu principal sabotador

O momento em que você percebe que você mesmo sabota a sua vida, aquele momento em que você quase ouve a ficha cair dentro do seu cérebro, é como se uma daquelas bolas de destruição (sem a Miley Cyrus, por favor) batesse bem no meio do seu tronco, fazendo você voar delicadamente alguns metros e bater com a cara no chão.

E é assim que eu me sinto nesse momento, com alguns dentes quebrados.

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[CONTO] Simplicidade em Vida

O galo velho ainda berrava rouco denunciando o tímido sol quando acordou e sentou na cama. Os óculos de lentes grossas e redondas pousavam ao lado do abajur que há tempos espera por conserto sobre o criado-mudo desgastado por cupins. Enfiou os pés com as meias relaxadas que um dia tricotou na chinela macia e quente que deixa todas as noites ao lado da cama e tateou o criado-mudo. Colocou os óculos e se levantou, fazendo a madeira velha do assoalho ranger.

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[CRÔNICA] Missão viajando sozinha: 1. Saindo sem amigos

Quando se viaja sozinho, você tem que encarar uma realidade de frente: lidar com você mesmo. E o pior é que isso não é fácil, depois de algum tempo você já começa a pensar consigo mesmo “nossa, como você é uma pessoa difícil né”. “Vou te colocar no mudo”. Pois bem.

Lidar consigo mesmo é uma arte, e parecer que está bem com isso é outra maior ainda.

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[ARTIGO] Repercussão de tragédias e geração de críticos

Dando uma pausa sobre a minha viagem, vou rever aqui um dos principais objetivos deste blog, que é repensar sobre as coisas. Luto muito pessoalmente para sair do meu piloto-automático e olhar as coisas com outros olhos, olhos de outra perspectiva, para que eu possa enxergar além e compreender o todo.

Não é fácil fazer isso, porque para isso temos que sair de nosso contexto, nos desapegar de várias crenças e exige prática constante.

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