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LEAD 2 – A Fúria de Dunga

Por muitos chamado de “Zangado”, Dunga não dispensa este rótulo quando o assunto é a imprensa. Por vezes é impaciente com a mesma, dá respostas irritado e demonstra insatisfação por ver a cobrança como um empecilho para a excelência de seu trabalho. Mas neste domingo, dia 20, na entrevista coletiva após a partida “Brasil x Costa do Marfim”, Dunga extrapolou um pouco. Depois de ter xingado o atacante Drogba nos instantes finais do jogo, durante a coletiva o técnico interpelou o jornalista Alex Escobar em meio ao seu pronunciamento e, após o diálogo, começou a balbuciar xingamentos e palavrões ao jornalista sem saber que o áudio estava vazando.
Um episódio que repercutiu em todos os canais midiáticos e dividiu opiniões por todo o Brasil. No twitter, surgiu mais um “movimento” com, no lugar do tweet mundialmente conhecido hoje CALA BOCA GALVAO, a tag CALA BOCA TADEU SCHMIDT, que foi o porta-voz da notícia durante o Fantástico. Dunga safa-se, não pelo apoio incondicional dos torcedores à sua forma de comandar a seleção, e sim porque ele mais uma vez demonstrou que não faz questão de agradar à ninguém, nem mesmo à Rede Globo.

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LEAD 1 – "A Fúria do Twitter"


É a frase que está estampada na capa da revista Veja desta semana. Depois de cinco dias seguidos com a tag “CALA BOCA GALVAO” no topo dos “Trending Topics” mundial do Twitter, os mais de 9 milhões de brasileiros cadastrados no site sustentaram a idéia e chamaram a atenção do mundo, no que foi impossível ignorar o que acontecia no âmbito virtual.

A Revista Veja, uma das revistas mais consolidadas no país enquanto seu papel jornalístico, abre espaço em suas notícias para uma reportagem exclusiva somente sobre o fenômeno que engolfou o locutor da Globo, mostrando – e assustando – o poder genuíno que o site demonstrou: ser um novo e revolucionário meio de se fazer mídia, só que através da voz dos telespectadores.

Retomando! ²

Voltando a postar, depois de mais de 2 meses!.. Mas se meu plano der certo, não vou dar essas pausas prolongadas mais, tudo uma questão de estratégia! Vou começar a postar agora antes do almoço, e não vou almoçar enquanto não sentar aqui e escrever alguma coisa, nem que seja uma liiinha, mas vou ter que atualizar! É, meu amigo, massa encefálica! u.u

hahaha

Brincadeiras à parte, eu vou mesmo tentar postar com frequência, mesmo que para as moscas!

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Inspiração + dias nublados

Ok, não sei se vocês sabem, mas o meu maior sonho é um dia escrever um livro…
Sim, sempre quis escrever um romance, e já comecei mais de três histórias diferentes, mas nenhuma que consegui segui-la até o capítulo quatro…
A boa notícia é que, bom, eu ando escrevendo de novo!

A má é que eu devo parar essa também não muito tarde… É assim que eu faço, devo ter genes incompletos de escritora. (Reclamarei com o meu avô, meu gene de escritor da família)

A verdade é que deveriam ter mais dias nublados como esse, não que eu não goste de sol, muito pelo contrário, mas são nesses dias nublados em que eu escrevo páginas e páginas…
Bom, mas o que eu quero dizer é que:

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Análise do Filme “Obrigado por fumar” contextualizando com a perspectiva da espiral do silêncio


Há muito o que se falar sobre o tema “tabagismo”. Quando se coloca essa palavra no site de procuras google, aparecem inúmeras significações. O tabagismo é a principal causa dos cânceres de pulmão e contribui para a aparição de cânceres da hipofaringe. Existe ainda uma relação entre o tabaco e os cânceres da bexiga, já que as substâncias cancerígenas contidas no fumo são eliminadas pela urina. A freqüência das doenças arteriais (coronarites, arterites dos membros inferiores) é duas vezes maior nos fumantes do que nos não fumantes.
Sendo assim, porque uma pessoa escolhe ser fumante?
Por várias razões pessoais, diriam eles. Mas estudos comprovam que o número de filhos fumantes cujos pais também têm esse hábito é muito maior do que os filhos de pais não fumantes. Então talvez a causa maior seja do exemplo que tenham dentro de casa.
Felizmente ou infelizmente dependendo de sua perspectiva de ver as coisas, o consumo do tabaco está diminuindo gradativamente e irreversivelmente. Mas não foram os pais que pararam de fumar bruscamente. Há coisas muito maiores que ajudaram nessa queda: o enfraquecimento de uma cultura colocando no lugar novos valores de uma consciência coletiva.
Há menos de duas décadas atrás, os comerciais e merchandisings a base de cigarros eram totalmente legais, e passavam na televisão como se o cigarro fosse um artefato de sedução, e ainda o fazia parecer uma pessoa mais fina pelo simples fato de ter um desses em mãos. Ter uma marca favorita era como se fizesse parte de sua personalidade, enraigada com os artistas garotos(as)-propagandas.
Mas isso mudou e hoje o que se vê na televisão e na mídia em geral é uma propaganda totalmente adversa a essas usadas nas décadas passadas. A idéia é anti o fumo sob toda as coisas, inclusive sob todas as formas diversas de se pensar.
Os mass media fizeram tão bem o papel de mudar essa consciência da população e colocar o fumo como se fosse uma coisa ruim que a idéia de querer fumar parece ser tão absurda que a sociedade não pode simplesmente aceitar que esta pessoa deseja sim fumar um cigarro. E é nesse paradigma que se encontram os fumantes de hoje, encurralados em meio ao senso comum, em que muitas vezes preferem não tocar neste assunto e nem ao menos defenderem o uso que fazem para somente evitar que se trave uma discussão em torno disso em que ele é o único do mesmo ponto de vista. Como diriam os teóricos sobre o fenômeno da espiral do silêncio, é o medo do isolamento social, por serem minoria, que os calam e os deixam cada vez mais às margens da sociedade, com uma simples rodinha de amigos que não gostam de cigarro ou mesmo uma lei que obrigue que você fume longe dali. É um processo contínuo, e como no caso do tabagismo, que só irá ter mais e mais adeptos, pois o consumo do cigarro só tende a diminuir juntamente com a consciência contra ele que só se fortalece.
É nessa perspectiva que o filme “Obrigado por fumar” trabalha inteligentemente. Enquanto todas as pessoas em volta acham que o que o protagonista do filme faz é totalmente repugnante e sujo – incentivar a venda de cigarros e supostamente matar milhões de pessoas por ano -, ele simplesmente diz que tudo e todos têm o seu direito de escolha e merecem ser defendidos justamente. Não haveria uma “espiral do silêncio” se houvessem mais deste protagonista por aí, por exemplo, pois o que está em jogo no final não é a moralidade da questão, mas a habilidade dos argumentadores. Se você sabe argumentar, você nunca estará errado.
Por fim, é o que o relações públicas faz.
Claro que menos antiético e com um pouco mais de credibilidade.

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