Flexível sempre

Mas não sou fácil de domar

Não sou líquido que se molda ao recipiente

Sagitário ascendente em aquário, fogo e ar

Queimo com efeito rarefeito

Logo me dissolvo

Deixo o que não preciso carregar

Me recrio e recomeço quantas vezes houver combustão

Sou doação a me espalhar por aí

Persigo o que é meu com a minha vida nas mãos

Como do centauro arqueiro é dito:

Sempre com os pés cravados no chão

E a flecha apontada para o infinito.

 

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