E aqui estou eu de novo!
Eu ia atualizar só amanhã, mas como estava ali sem fazer nada a não ser ouvindo minhas tripas trabalharem e “curtindo” o frio, vim aqui escrever algo.
Em primeiro lugar eu não sei porque as pessoas têm essa mania de dizer isso, “curtir” o frio… Na verdade o frio não foi feito pra se curtir, ninguém que está passando frio “curte” estar passando frio!!! Quando você está alí, em casa, na frente de uma lareira, tomando um chocolate quente, você nem ao menos está curtindo o frio, você tá curtindo o calor!!! (ah, espere, acho que o Diogo Portugal já disse isso em algum lugar…) (bom, de todo o jeito, concordo com o pensamento!)

Já não aguento mais sentir frio, tô com dor de cabeça desde quando fui pra faculdade, que na avenida que eu passo à pé os carros passam voando e deixam simplesmente uma rajada de vento na minha cara, o que faz eu chegar lá com o ouvido zunindo!
E nesse momento essa atmosfera “friazinha” está me incomodando tanto que não sinto mais minhas extremidades, o meu nariz já é um caso clínico, adormeceu, e as pontas dos meus dedos eu quase não sinto baterem no teclado!
*exagero*
Enfim!
Até hoje não sarei da Gripe do Milho – conhecido vírus que se pega no período de final de maio, na famosa Fenamilho (também serve para a Pecuária, mas Goiânia é mais quente que Patos, então não costuma ter o mesmo efeito), o qual é mais freqüente nos patenses mas que pode se alastrar por todo o Brasil, caso o indivíduo também tenha contato com a mesma.
Não tem como não gripar! Por exemplo…
Você está bem lá na arena lotaada naquele show que toda a população resolveu ir (Victor e Léo), todo apertadinho, todo espremidinho super empolgado cantando todas as músicas e tomando cuidado pra não levantar os braços em momentos que você não conseguiria voltá-los pro lugar. Certo. Aquela “subaqueira” que você conhece.
Acaba o show e você dá uma passeadinha pelo parque, esperando a fila do Paiolão esvaziar. Passa na rocinha, bebe umas cervejas geladas, uma pinguinha com mel. Anda na montanha-russa e no kamikaze (tá, hoje em dia ninguém mais faz isso), pega a leve brisa gélida em seu rosto e quando o frio já tá quase fazendo você querer imbora pra sua cama quentinha, você entra no paiolão. De novo. Você tá lá, bombando, suando que nem um porco (atenção! cuidado com a gripe suína em ambientes fechados), tira a blusa de frio, amarra na cintura e dá-lhe cerveja e coisas afins geladas outra vez!
Sai do paiolão, aquele frio de rachar, nenhuma alma viva pra fazer calor humano! O caminho até o carro parece interminável, sem contar a barriguinha do seu pé que não para de latejar (para as mulheres).
Pra quem vai de mototáxi, o contágio da gripe do milho é tão inevitável quanto o meu arroz ficar papado. (contágio na certa)
E o melhor de tudo (ou não) é que mesmo depois disso, de ocasionalmente você ficar sem voz, febre, “muco nasal”, essas coisas, é que você sempre quer voltar no outro ano!
Por isso o vírus da gripe do milho tem um ciclo!
O qual já deveria ter acabado em mim, se o frio deixasse!
Alguém se habilita a me dar carona para a faculdade?
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